Policiaristas: Dic Roland
Nasceu em 11 de abril de 1921 e faleceu em 9
de agosto de 2006. Cid Orlando Pinto
Geraldo era o seu nome, e iniciou a sua
atividade policiária na década de quarenta no século passado. A sua participação
foi fugaz, pois pouco depois abandonou o policiarismo, retomando-o apenas em
1993 quando viu a secção Policiário
no jornal Público.
Além de Dic
Roland, usou em 1996 o pseudónimo Aldeia.
Se Dic Roland era um anagrama do seu
nome, o mesmo já não se passava com Aldeia.
Foi um elemento ativo da Tertúlia Policiária de Santo André (Poliandré), que, entre outras
iniciativas, organizava anualmente o Convívio do Litoral Alentejano.
As suas vitórias começaram logo em 1994 com
uma Melhor Solução num problema, situação que viria a repetir várias vezes. Também
apresentou uma vez, em 1997, a solução mais original num problema para o qual
enviou a respetiva solução.
1997 é um ano de ouro para a sua atividade
policiária. No Público, na secção Policiário, ganha a Volta a Portugal em Problemas
Policiários. Nesta competição, vence ainda As Melhores e o Combinado.
É o Policiarista do Ano e número 1
do Ranking.
Em 1999 vence o Torneio Detective Jovem.
Na época
2004-2005 vence três provas no Público. É Campeão Nacional, Policiarista
do Ano e nº1 do Ranking.
Na produção surge como vencedor num único
torneio: o I Torneio Policiário Lidador
das Cinzentas, em 2005, com o problema “Crime
sem castigo… há 2000 anos.”
Nos anos em que se manteve em atividade, surgiu como autor de 9 problemas, onde mostra toda a sua experiência de vida, imaginando situações em diferentes contextos. Os seus problemas, que tinham um grau de dificuldade elevado, foram publicados no jornal Público e em O Lidador de Cinzentas.














