domingo, 22 de março de 2026

A Página dos Enigmas nº 253

 Do texto para os ecrãs



Um crime no Expresso do Oriente

O livro hoje referido tem várias adaptações seja para cinema, seja para televisão. Um crime no expresso do Oriente, o título pelo qual ficou conhecido em Portugal, designou-se originalmente por Murder on the Orient Express, foi escrito por Agatha Christie e foi publicado em 1934. Trata-se de um caso desvendado pelo detetive belga Hercule Poirot, que tenta saber qual dos passageiros de um comboio matou Samuel Ratchett, que afinal se chamava Cassetti.

Em 1974 foi ralizada uma adaptação realizada por Sidney Lumet com Albert Finney como Poirot. 

Em 2001 numa versão para televisão Carl Schenkel, Alfred Molina tomou o lugar de Poirot.

Em 2017, Keneth Branagah realizou e interpretou o papel de Poirot, na última adaptação cinematográfica conhecida.

Nestas adaptações não se deve deixar de lado a que foi feita para a televisão em 2010, com a interpretação de David Suchet no papel de Poirot. Esta versão foi adaptada para o cinema por Stewart Harcourt.


Albert Finney no papel de Hercule Poirot

sexta-feira, 20 de março de 2026

A Página dos Enigmas nº 252



Vou falar de soluções e das perguntas que são feitas num problema. É tão importante fazer um problema claro e sem truques, como a solução ser a adequada às questões colocadas.

Isto, porque me parece que podem surgir algumas questões em volta desta temática.

É minha opinião de que não deve ser exigida em nenhum problema, elementos, na solução, que não sejam claramente pedidos nas questões.

Por exemplo, se na questão se pede para justificar a(s) mentira(s) do suspeitos, não se pode, jamais, exigir que o solucionista exponha o móbil do crime para justificar que ele é o criminoso.

Neste caso, a pergunta não deverá ser a de expor as mentiras mas sim, mas indicar que razões poderão levar o suspeito a cometer o crime. Aí sim, já o móbil pode ser exigido, pois é uma razão para cometer o crime. O móbil não é uma mentira.

Do mesmo modo, não devem não ser penalizados elementos da solução, considerados sem importância, mas serem apenas contabilizados para selecionar a melhor solução. Na minha opinião se o elemento é incriminatório, deverá ser sempre pontuado. Para selecionar a melhor, deve ir-se a elementos não necessários.

Também não devem ser considerados elementos que não estejam no texto ou nas imagens que possam acompanhar o problema, se este for ilustrado, ou que deles não possam ser inferidos.

Também deverão ser considerados corretos elementos alternativos à solução do autor, mas que sejam lógicos e saiam do texto. Isto não impede que o autor seja sempre totalista, a não ser em caso de errar completamente a solução, mas ai, competirá ao coordenador da secção tomar a decisão.



quinta-feira, 19 de março de 2026

A Página dos Enigmas nº 251


ENIGMAS CURTOS


O bando das pombas

Ia a passar um bando de pombas. Um gavião vendo-as, cumprimentou-as assim:

- Bons dias cem pombas!

Logo uma lhe respondeu:

- Cem pombas, não! Mas nós, mais outras tantas como nós, mais a quarta parte de nós e mais vós, gavião, (se fosseis uma pomba), cem pombas são.

Quantas eram as pombas?