Policiaristas: Rip Kirby
Rip Kirby é uma personagem da banda desenhada criada em 1946 e que terminou em 1999. Narra as aventuras de um detetive particular, que dá o nome à série.
Foi esse o pseudónimo escolhido para J. Luciano Dias no policiário.
J. Luciano Dias nasceu em 8 de janeiro de 1940 e faleceu em 20 de janeiro de 2015.
Embora começasse a ler problemas
policiários na década de 50, nunca a eles respondeu, e foi apenas na década de
70, quando voltou a ler um problema, na secção Mistério Policiário, que resolveu apresentar a sua resposta. Adotou o pseudónimo de
Rip Kirby, porque esta série vinha
num antigo Mundo de Aventuras da década de 50, comprado pelo seu pai.
Após o fim da secção Mistério Policiário, deixou o
Policiário de lado, voltando, mais tarde, para secção Policiário, no Público,
mantendo-se um concorrente assíduo até ao seu falecimento.
Entretanto usou o pseudónimo de Zé d’Olhão.
Foi o vencedor de algumas Melhores
Soluções de alguns problemas, assim como do Torneio dos Oceanos em 1998 e do Campeonato Nacional em
Problemas Policiários na época 2007-2008. Ficou muitas vezes entre os
melhores classificados no Campeonato Nacional, atingindo fases avançadas na
Taça de Portugal.
Foi um prolífico produtor, tendo eu,
referência de 35 problemas policiários elaborados por si, pelo que, não sendo possível
indicar todos, poderão ser mais, este número é suficiente para o
transformar num dos produtores com mais problemas publicados.
Os seus problemas aplicavam, por
norma, sempre elementos corretos e objetivos, não sendo dos mais difíceis
existentes na Problemística Policiária.
Como Zé d’Olhão escreveu pelo menos um problema, publicado em 2006 no
blogue Toque de Feriado, O caçador caçado. Nos seus problemas,
criou a personagem de Eduardo Trindade, um inspector da policia Judiciária,
coadjuvado por Silveira.
Rip Kirby
marcou presença em vários convívios, nomeadamente na zona sul do país, onde a
deslocação se tornava mais fácil.
Criou com Virmmancaroli, Detective Said e Inspector Moka a Tertúlia Policiária Valtejo que manteve uma
secção de curta duração no Jornal do Montijo, tendo depois aderido à Tertúlia
Policiária da Liberdade, em Lisboa.





Sem comentários:
Enviar um comentário